
7 de dezembro de 2009. A esta hora que escrevo está prestes a começar o VI Congresso do (meu) MPLA. Digo meu mesmo porque soou militante de cotas pagas e tudo e embora me custe muito aceitar algumas (e não poucas) coisas que dele emanam, sou mesmo emepelista “praticante e juramentado” (parafraseando Odorico Paraguaçú).
O M, quer se goste ou não dele, está a governar o país vindo de uma tremenda e esmagadora maioria de votos (mais de 82%) nas últimas eleições realizadas no país.
Ainda assim, acho que para bem da democracia e de uma salutar disputa de opiniões para um dinamismo que se pretende, essa maioria peca mesmo por ser em excesso. O maior exemplo que antevejo para isso será sem dúvida a questão da Constituição do País.
Até que ponto, o M se vai rever no povo e na questão PAÍS? (item cada vez mais difícil para alguns dirigentes pensar).
Essa coisa PAÍS que mete medo a muito dirigente é tão complexa quanto a maneira descabida e desavergonhada de alguns quantos e muitos governarem, fazerem governar ou ainda darem a governar.
Não entendo, depois de passar e estar em algumas províncias (e não foram poucas) ver como o Huambo, o Bié, Cabinda, Benguela, Huíla e até Kuando-Kubango se estão a (re)erguer ao passo que porvíncias como Malange, Uíge, as Lundas, Kwanza-Norte e Zaire continua “flageladas pelo vento leste” denotando-se nelas um descuido ou esquecimento por parte das altas estruturas que governam ou Desgovernam este belo “solo pátrio”.
Estou também, como militante e como cidadão (que também esteve com mochila e arma) esperançado pelos resultados deste Congresso que deverá certamente modificar e trazer algo de novo (ma novo mesmo) ao país espero que seguindo a premissa e ordem do Presidente do Partido dando conta que a partir de agora “tolerência zero”.
Que essa tolerância seja retirar todos os zeros a esquerda que empestam o Governo e os locais de decisão para que se produzam zeros a direita para resultar no crescimento do país paralelamente ao bem estar das populações quem sabe, cumprindo de uma vez por todas a palavra de ordem: O MAIS IMPORTANTE É RESOLVER OS PROBLEMAS DO POVO.













Leia este blog no seu celular