
Ontem foi (mais um) dia delas. As complicadas (na opinião da maioria dos homens) e as mais doces criaturas (na opinião da maioria dos homens). Ou seja. Elas só são como são porque representam sempre muito mais do que o que são na verdade. Dissimuladas, interesseiras, más e em alguns casos falsas não deixam de ser sempre activas, produtivas, boas e completamente verdadeiras.
O sexo fraco como são conhecidas ou denominadas dominam com mestria os homens que dominam o mundo. Mulheres todas elas, conseguem ainda que com um sorriso apenas derrubar o maior general de exército temido pelos seus soldados e pelos soldados dos outros.
Os maiores campeões que pontuam pelo mundo jamais conseguem pontuar em casa se ela estiver à baliza e na melhor posição em que joga. À defesa. Defende a honra por menor que se ache, defende à família por menor que tenha e se sente sempre por cima ainda que para isso seja preciso ver a vida de cabeça pra baixo.
As executivas, inteligentes e senhoras donas não conseguem nunca ser mais atractivas que as ..., ou as ... e nem mesmo as ..., lutando sempre numa constante igualdade de direitos entre elas primeiro e depois entre os homens.
Mas do que as entender ou compreender, uma dificuldade que nem Adão conseguiu (estou a imaginar o Adão a tentar explicar o atraso a chegar depois de ter a Eva a espera para o almoço...) é respeitar. Verdade se diga que em alguns momentos nos sentimos mal por se ter sido respeitoso... para depois...
Enfim...
Elas são assim elas foram feitas para serem assim e hão-de ser sempre e cada vez melhores, cada uma a seu jeito. O jeito mesmo é entender que o homem sem a mulher não é Humano. O jeito é ter a certeza de que mesmo quando estamos sós, apenas ela, ainda que seja outra, sabe ser o que precisamos e sabem-no na medida certa.
Nada mais do que ter a honra de dar os parabéns ao sexo fraco mais forte da humanidade onde o mais recente exemplo é a Excelentíssima Senhora Primeira-dama da poderosa terra do tio Sam. Ela provou que por trás de um grande homem há sempre uma grande mulher. Eu já fui grande homem e hoje já o sou de novo. O que mudou? Nada. Apenas tudo.





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