Meu Claro Pensamento


28/06/2009


Francisca do Espírito Santo X Michael Jackson

 

 

 

Há notícias que em número gênero e grau conseguem em pouco espaço de tempo transformar toda uma estrutura de pensamento, de reação, de disposição e muitas vezes de carácter.

Duas notícias numa mesma semana me deixaram feliz (a primeira) e triste (a segunda).

A primeira dava conta da actitude da Governadora Francisca do Espírito Santo sobre a trava que colocou à farra de putismo exacerbado que é o tema Bumbum dourado. Depois de muita farram pompa e circunstância coube a hora, honra e vez da Governadora por fim a esse assunto que quando tomei conhecimento me deixou estremamente triste, embora seja amante de um bom bumbum e que nem é dourado mas é lindo porque é verdadeiro.

 

 

 

 

Já a esquecer esse assunto, eis que num passeio pela net me deparo com a morte de Michael Jackson. Também eu fui, sou e serei fã desse homem(?) que revolucionou não só a música mas a forma discursar e reagir a situações mesmo contra poderosos.

Comecei a gostar dele quando aos 17 anos de idade bateu o pé contra a toda poderosa Motowon recusando passar a ser apenas mais um artista da produtora e passando então a investir em si e no queria fazer.

Jacko foi o primeiro a gravar em 5.1 e não foi acreditado por muitos (incluindo Quincy Jones). Mostrou ser ele mesmo, criou informação para a mídia e esteve desde os 5 anos de idade sempre nas primeiras páginas dos jornais fazendo render rios de tinta que ajudaram a sair da falência alguns jornais em fase de “rebaixamento”.

De tudo o que ouvi e li sobre Jacko só acreditei no ódio entre ele e o irmão Tito a quem culpava da morte da cunhada. Mas até Tito soube marcar presença no último julgamento de Michael sobre pedofilia (já agora e o Carlos Cruz ?????). Absolvido voltouo a tentar e foi sempre e uma vez mais vítima da ignorância e do oportunismo dos outros muitos que estavam sempre ao lado dele na hora do copo e distantes na hora de pagar a factura. Enfim... Vamos ver muitos a adorarem Michael Jackson inclusive aqueles que sempre acharam que “ele odiava tanto ser negro que fez operação para ficar branco”. Desculpem mas nem qualifico uma afirmação dessas não pelo Michael ou por mim mas por pena da mãe de quem me dise isso. E posso garantir que quem disse isso é formado, doutourado e... sem neurónios.

Recordar Michael  e ao mesmo tempo responder a esse tipo de filhodaputismo é mencionar apenas:

 

“Heal the world

make it a better place

For you and for me

and the rest of human race.”

 

Este é o legado que devemos guardar e, por favor, de uma vez por todas deixem pelo menos agora o rapaz descansar em Paz.

 

 

 

 

 

 

Escrito por Edson Macedo às 23h54
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08/05/2009


Vergonha na cara?

 

Estive em Benguela no último fim de semana e entre outroas coisas, serviços e despachos, pensamos, por reparo do meu amigo uma situação que para uns é fenomenal, do ponto de vista do rabo feminino, da bunda ou do pandeiro e para outros (como nós) é horrivelmente vergonhoso quer para a mulher quer para a imagem de uma nação ou de uma idade (a juventude) do ponto de vista do ponto de vista do rabo feminino, da bunda ou do pandeiro.

Na verdade tudo começou com a publicidade e destaque monetário com relação ao prémio de uma festa que chamaram “Bumbum dourado”. Naquela altura e naquela cidade o prémio era de Usd 5000 e noutra cidade chegou a Usd 10.000,00. Justo? Parece que sim, para quem organizou e mais justo ainda para quem se achou visível, ainda que de costas.

Embora a memória seja curta, este país já esteve numa altura (re)voltado com a Tatiana Durão por ter se entregado aos prazeres da carne por quem se sentiu apaixonada (?) e desejada, conforme confirmou em entrevistas. Hoje fica triste e vergonhoso ver um concurso aplaudido e pago (por patrocínios lógico) a quem chegar lá e mostrar o melhor Bumbum. Francamente.

Se por causa da sister “as mulheres angolanas estavam a ser difamadas e elevadas a pensamentos impróprios” (as aspas são de quem me falou na altura) fazendo com que toda uma grande comunidade feminina, e não só, se rebelasse como se pode entender tanta naturalidade, vulgaridade e um gosto sujamente apetecível de cortar uma calça e dar entrada ao salão onde se premeia o bumbum?

E se esse valor fosse entregue a alguém que, em forma de concurso ainda que no meio da festa, fizesse ou respondesse, a uma série de perguntas bem mais cultivadoras do saber?

Imitar é bom, ser imitador nem sempre é bom. Do país onde imitam os bumbuns que de torneados e lindos se transformam até em Melancias, escolhem os locais e os motivos para fazerem esse tipo de concurso e se valorizam por isso de forma até menos pornográfica e suja como se pretende imitar, e mal.

Pareço caduco? Talvez. Mas apenas pareço porque por muito que admire uma mulher torneadamente sensual nada me faz ultrapassar tudo apenas pelo mero prazer pessoal porque afinal quanto mais eu gostar delas mais sentirei uma coisa que é dos mais belos sentimentos que se pode ter por alguém: O RESPEITO.

 

Escrito por Edson Macedo às 18h18
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24/04/2009


Saudações

 

Tenho estado ausente do blog a avaliar pela data da última postagem. Na verdade não faltam assuntos. Falta em alguns casos motivação. É verdade que o esforço de puxar a caneta (entenda-se teclado) muitas vezes é assombrado por outras motivações que em alguns casos me fazem travar, pensar e várias vezes até apagar da memória o que estava pronto para ser redigido (embora tenha lido há muitos e muitos anos um livro de Sherlock Holmes que me lembro de uma passagem em que dizia que ninguém perde nada da memória. A memória funciona apenas como uma estante onde os livros por se ler são colocados em baixo e os já lidos mudam-se para outras partes mais altas da estante). Ao longo dos meus 37 anos de vida cheguei à conclusão que sim. A gente não perde. Um dia uma luz trás de volta essa assunto que resolvemos colocar na parte de traz da memória.

Sempre me lembro dos momentos bons de infância, dos maus e dos mais ou menos. Sempre me lembro do Zeca Ferreira que me tirou à galhetas do avião no Huambo, na altura das FAPLA e me mandou para a cadeia e sempre mantenho no meu desejo, de um dia dar-lhe todas essas galhetas porque eu guardo e por ser bom a guardar depois devolvo. E francamente, há-de chegar o dia em que lhe irei devolver essas galhetas, como cantou Teta Lando “a questão é esperar…”

Alguém me disse que isso é vingança e que a vingança é um prato que se come frio. Acho que não numa altura em que inventaram o micro-ondas que aquece em menos de 5 segundos.

Vou preparando outras coisas vou vendo outros assuntos e vou construindo a vida. Não mais a minha mas a dos meus 3 filhos e daquela que me irá apoiar mais de perto quem sabe em breve.

Enquanto isso recordo a Somália, recordo Darfur, leio as eleições na África do Sul (de onde me chegou a novidade ontem de se estar a votar à lápis), vejo Luanda com luz e sem luz e cada vez mais sem luz me ilumino de ideias e de ódio pelo dono do interruptor que sem me deixar descansar em paz depois de um dia de trabalho resolve amar o seu tic-tac de liga/desliga como se por ser apenas filho não soubesse respeitar o trabalho, e o descanso que a sua mãe também merece, depois de… noites de trabalho.

Até já…

Escrito por Edson Macedo às 08h30
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30/03/2009


Mais um partido político

 

Hoje estamos a uns dias do final de Março e do início do conhecido de Chuvas Mil. Se as chuvas neste mês ainda foram a 600 imaginem o que será quando chegarem às mil. O que é certo é que sem mesmo ver os números ela caiu e nem o INAME(N)T conseguiu prever que seria tanto assim.

Dela tenho recordação por demais molhada e a estrada da minha rua virou personagem de novela. É que desde que caiu a chuva e levou consigo o muro, a estrada recebeu visita da TPA e anteontem da TvZimbo. Porquê???? Simples. É que a interpretação da estrada foi crescendo tanto que já atravessou a estrada e está a chegar ao muro de uma casa. Toda gente viu na Tv a imagem da estrada enravinadamente esbelta mas o que foi feito??? Nada.. Ou melhor.. Maquiagem. Foram para lá, ainda no início da interpretação, pintar umas linhas descontinuas que mais parecia um colar colocado ao pescoço da estrada mas na verdade uma corda no pescoço de quem lá mora e tem, como desde anteontem, os carros parados porque de lá para cá... não se passa. A uns anos atras nos bonitos tempos de guerra, dizia-se que “estamos sitiados”. Digo bonitos porque nessa altura tinhamos mais luz que agora, tinhamos menos buracos nas estradas, tinhamos mais água e eramos até bem mais educados.

Nessa altura do partido único não existia ainda o maior opositor od programa de governo do MPLA, o único partido político com as coisas no lugar para se desligar das situações e mandar lixar tudo e todos. Enclave Democrático para Estratégias de Liberdade  – EDEL. Ou seja, aturar esse partido que já vem desde o partido único e se mantem até hoje no único partido é, como dizia o outro, “paz demais”.

Ainda assim esse partido não há de conseguir porque “a revolução vai continuar” e nós estaremos aqui "na linha da frente" para evitar que esse famigerado e esquisitóide luminante nos aborreça. Afinal, mesmo com falta dele, se formaram muitos doutores. À luz de velas prosseguimos, nos formamos e hoje estamos aqui, dormidos ao calor e ao mosquito, mas de manhã "um Homem novo".

Desista esse partido EDEL, ou então que o Governo tome medidas e coloque a Direcção sem rumo dessa empresa na devida e bem escura cadeia porque funcionar assim é que é sim CONTRA OS DIREITOS HUMANOS.

Escrito por Edson Macedo às 16h42
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09/03/2009


Mulher

 

Ontem foi (mais um) dia delas. As complicadas (na opinião da maioria dos homens) e as mais doces criaturas (na opinião da maioria dos homens). Ou seja. Elas só são como são porque representam sempre muito mais do que o que são na verdade. Dissimuladas, interesseiras, más e em alguns casos falsas não deixam de ser sempre activas, produtivas, boas e completamente verdadeiras.

O sexo fraco como são conhecidas ou denominadas dominam com mestria os homens que dominam o mundo. Mulheres todas elas, conseguem ainda que com um sorriso apenas derrubar o maior general de exército temido pelos seus soldados e pelos soldados dos outros.

Os maiores campeões que pontuam pelo mundo jamais conseguem pontuar em casa se ela estiver à baliza e na melhor posição em que joga. À defesa. Defende a honra por menor que se ache, defende à família por menor que tenha e se sente sempre por cima ainda que para isso seja preciso ver a vida de cabeça pra baixo.

As executivas, inteligentes e senhoras donas não conseguem nunca ser mais atractivas que as ..., ou as ... e nem mesmo as ..., lutando sempre numa constante igualdade de direitos entre elas primeiro e depois entre os homens.

Mas do que as entender ou compreender, uma dificuldade que nem Adão conseguiu (estou a imaginar o Adão a tentar explicar o atraso a chegar depois de ter a Eva a espera para o almoço...) é respeitar. Verdade se diga que em alguns momentos nos sentimos mal por se ter sido respeitoso... para depois...

Enfim...

Elas são assim elas foram feitas para serem assim e hão-de ser sempre e cada vez melhores, cada uma a seu jeito. O jeito mesmo é entender que o homem sem a mulher não é Humano. O jeito é ter a certeza de que mesmo quando estamos sós, apenas ela, ainda que seja outra, sabe ser o que precisamos e sabem-no na medida certa.

Nada mais do que ter a honra de dar os parabéns ao sexo fraco mais forte da humanidade onde o mais recente exemplo é a Excelentíssima Senhora Primeira-dama da poderosa terra do tio Sam. Ela provou que por trás de um grande homem há sempre uma grande mulher. Eu já fui grande homem e hoje já o sou de novo. O que mudou? Nada. Apenas tudo.

Escrito por Edson Macedo às 14h10
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05/03/2009


A Chuva ou o S.Pedro?

Não é a minha rua, mas pela grandeza e deixa andar, pode ser qualquer rua

 

 

Estava a trabalhar quando S.Pedro chegou à Luanda. Forte, vigoroso, torrencial na forma de ser e completamente diferente. Afinal cada vez que chega vem de forma diferente.

Como estou a circular a pé por este supermercado que chamam de cidade consegui “à páginas tantas” que um colega me desse boleia para casa. Viagem tranquila de cerca de meia hora, num carro novo, ar condicionado, chuva lá fora e por dentro Djavan ao vivo. Tudo estava maravilhosamente bem, por dentro do carro porque do lado de fora S.Pedro descarregava toda a água que tinha no tanque. E despejava com força, sem apelo nem agravo. Pelas estradas escorriam com a água latas, pedras, sacos de plástico, latas de bebida, garrafas, pneus ou pedaços deles, muita areia (de várias as cores), enfim… o de sempre como quando existe uma vinda do Sr. fiscalizador de obras S.Pedro.

Desço à porta de casa e corro para a porta para me molhar o mínimo possível. Abro a porta e ao primeiro passo reconheço o meu pé afundado em mais de 15cm de água. Primeiro pensamento: Meus filmes… Afinal o q de mais importante tenho ali dentro são os meus filmes e 1 foto de cada 1 dos meus 3 filhos. Coloco a pasta por cima de algo seco e caminhando pela água vou até ao quarto que está tal e qual à sala e à cozinha. Tudo que estava no chão daquela casa estava “convenientemente” molhado. O colchão inclusive.

Vejo horas e são 18h37. A rua está toda movimentada e lembro-me de uma música portuguesa: “eu não sou o único, não sou o único a olhar o céu…” e não sou de facto. Toda rua está a correr com a água que entrou sem ser convidada. Resolvo atacar o problema, sozinho (como de resto vivo neste momento) e descubro que os interruptores são apenas enfeites para as paredes. A EDEL já havia também passado por lá e levado a energia que deixei em casa.

Movimentos contínuos e exactos que se traduzem em pousa a bacia, enche de água, levanta a bacia e despeja no lava-loiça (pia para os irmãos brasileiros).

Esse movimento leva-me até às 23h42 minutos quando não havia mais água em casa e era hora apenas de limpar para retirar aquela areia q veio com a água mais que se acomodou.

Hora de ir à janela e agradecer à vizinha que prontamente me ajudou colocando uns sacos por debaixo da porta por onde entravam os galões de água. Isso ajudou a travar a entrada da água e assim poder esvaziar o que estava lá dentro. Depois disso encostei-me num canto já seco, deitado em algo maciamente fino (porque afinal o colchão até hoje ainda nem secou) e à luz de vela adormeci depois de ler mais um pouco do livro Terror na Rússia sobre o espião Alex Litvinienko.

Dia seguinte hora de me embelezar e ir trabalhar como se nada tivesse acontecido, a não ser o corpo moído pelo esforço. Afinal nem todos têm a capacidade de transformar água em vinho.

Hoje, volvidos 3 dias desde essa carga de água a rua tem ainda vestígios de escoamento de água e pasmem-se… Um muro derrubado, 5 viaturas caídas que estavam ao lado do muro. Com a chuva a água está a comer o asfalto e já vai em metade de uma faixa da estrada. Solução??? Uma em especial. Estiveram uns chineses a sinalizarem a estrada. Entende-se uma estrada que está a ter uma ravina gastar-se tinta para pintar a sinalização horizontal na estrada? O que me interessa ter nessa estrada a linha contínua se a busca de soluções é descontínua?

Isso não se chama solução… chama-se gozar (zuar para os irmãos brasileiros) com a cara de quem vive nessa rua porque afinal não é um condomínio e os generais que por lá passam não vivem na rua, vão apenas descarregar em algumas meninas. Só que descarregam o saco. Só que o saco de dinheiro porque o outro saco quem descarrega é (sempre) outro.

Mas todos na rua continuam de pé… Quem lá vive é povo apenas e sabe até como comer peixe fresco com falta de luz. Lembram-se do poeta medíocre? (afirmação do Agualusa), “A revolução há-de continuar ainda que alguns de nós fiquem na primeira esquina, a revolução continuará a sua marcha triunfal.”

Escrito por Edson Macedo às 09h58
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26/02/2009


A virtude do Cinema

 

Já se passaram uns dias do carnaval. O carnaval que se festeja em todo o mundo é usado para que as pessoas se exprimam e se sintam livres, mais do que são ao longo do ano, até porque na maior parte das vezes são oprimidas, são desprezadas, são ignoradas além de que muitas delas chegam a ser humilhadas.

Se a festa da alegria de Carnaval ajuda a esquecer várias situações, há umas que nem a folia consegue diferenciar o dia-à-dia de muitos.

O exemplo disso está no endereço em anexo que francamente dá uma visão do sonho, da perspectiva das coisas e do bem que a sétima arte, mesmo fora das telas, pode trazer para quem quer que seja porque do outro lado do ecran existem seres humanos, muitos deles mais humanos ainda. Embora é bem verdade que em alguns casos e do que se vê por onde passamos ou pelo que recebemos de informação, custa a acreditar que ainda estejamos a viver ao lado de HUMANOS.

 

Vejam o video...

 

No vídeo que vos sugiro está a neozelandesa Nadya Vessey que precisou de amputar as duas pernas do joelho para baixo quando ainda era criança. Há cerca de dois anos, ela foi ao estúdio Weta Workshop, especializado em criar e produzir trajes e efeitos especiais para filmes como a trilogia O Senhor dos Anéis e também do novo King Kong. Nadya pediu ao estúdio para fabricar uma cauda de sereia para ela, que funcionasse como uma prótese para natação. Agora a cauda está pronta. Ela foi feita com material especial para natação e moldes plásticos. O acabamento externo foi personalizado para Nadya, que pode nadar bem com a prótese. O melhor de tudo é ver como Nadya parece feliz com a possibilidade de nadar como uma sereia. Mentira? Não. Apenas a realização de um sonho com ajuda de quem acredita que sonhar é sempre possível.

 

Vejam o que vos apresento e por favor tenham coragem de comentar.

Escrito por Edson Macedo às 10h21
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13/02/2009


Dia de S.Valentim

É já amanhã. O Amor se compõe pela posição da terra, dos sabores, dos suores e do bem estar. Amar é universal e há-de ser sempre mais bonito e mais próximo conforme for a qualidade e a cidade em que se vive. O ar, o chão, a chuva, o luar, enfim... a natureza favorece sempre os afortunados....

Aos que têm as namoradas por perto sintam e imaginem como será o amor nas cidades...

 

Rio de Janeiro

 

Londres

 

Quedas de Niagara

 

Paris

 

Singapura

 

Toronto

 

Luanda

(desculpem... Luanda é linda só não se vê prque faltou a luz...)

Viva o amor.... viva quem se ama... Viva até a essa paixão que sai daqui desta cidade às escuras mas que ainda assim vê longe e sente esse que está em Londres.

Escrito por Edson Macedo às 18h39
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10/02/2009


 

Esta é uma dura história de guerra , porém toca-nos o coração...

 

A esposa de John Gebhardt, Mindy, diz que toda a família desta criança foi executada. Os executantes pretendiam também executá-la e ainda a atingiram na cabeça... mas não conseguiram matá-la. Ela foi tratada no Hospital de John, está a recuperar, mas ainda chora e geme muito. As enfermeiras dizem que John é o único que consegue acalmá-la. Assim, John passou as últimas 4 noites segurando-a ao colo na cadeira, enquanto os 2 dormiam. A menina tem vindo a recuperar gradualmente.

Eles tornaram-se verdadeiras "estrelas" da guerra.John representa o que o mundo ocidental gostaria de fazer.

  

Isto, meus amigos, vale a pena partilhar com o Mundo inteiro. Vamos a isso!  

 

Vocês nunca vêem notícias destas na TV ou nos Media em geral.

 

Precisamos de ver que (também) existem estas realidades em que pessoas como John marcam a diferença, mesmo que seja só com uma pequena menina como esta.  

 

Não podemos orientar o vento, mas podemos ajustar a nossa vela... 

Escrito por Edson Macedo às 10h55
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21/01/2009


 

1. Amor
- Querida, vamos ter que começar a economizar.
- Tudo bem... Mas como ?
- Aprenda a cozinhar e mande a empregada embora.
- Tá legal... Então aprenda a fazer amor e pode dispensar o motorista.
(NOSSA!!!! ESSA FOI A GOTA QUE FALTAVA...)

 

2. Amor
O cara pergunta para a mulher:
- Querida, quando eu morrer, você vai chorar muito?
- Claro querido. Você sabe que eu choro por qualquer besteira...
(MISERICÓRDIA.....!)

 

3. Amor
Na cama, o marido se vira para a jovem esposa e pergunta:
- Querida, me diga que sou o primeiro homem da sua vida.
Ela olha para o babaca e responde:
- Pode ser... Sua cara não me é estranha...
(Santo Anjo do Senhor.....)

 

4. Amor (A melhor)
Um casal vinha por uma estrada do interior, sem dizer uma palavra.
Uma discussão anterior havia levado a uma briga, e nenhum dos dois queria dar o braço a torcer. Ao passarem por uma fazenda em que havia mulas e porcos, o marido perguntou, sarcástico:
- Parentes seus?
- Sim, respondeu ela.. Cunhados e sogra

 

5. Amor
Marido pergunta pra mulher:
- Vamos tentar uma posição diferente essa noite?
A mulher responde:
- Boa idéia, você fica aqui em pé na pia lavando a louça e eu sento no sofá!!!!!
(Essa doeu.)

 

6. Amor

O marido decide mudar de atitude. Chega em casa todo machão e ordena:
- Eu quero que você prepare uma refeição dos deuses para o jantar e quando eu terminar espero uma sobremesa divina. Depois do jantar você vai me trazer um whisky e preparar um banho porque eu preciso relaxar. E tem mais: Quando eu terminar o banho, adivinha quem vai me vestir e me pentear?
- O homem da funerária... Respondeu placidamente a esposa...
(essa jamais será escrava de homem...)

 

7. Amor

- Querida, o que você prefere? Um homem bonito ou inteligente?
- Nem um, nem outro. Você sabe que eu só gosto de você.
(Nossa...)

 

8. Amor
Marido e mulher estão tomando cerveja num barzinho. Ele vira pra ela e diz:
- Você está vendo aquela mulher lá no balcão, tomando whisky sozinha? Pois eu me separei dela faz sete anos! Depois disso ela nunca mais parou de beber.
A mulher responde:
- Não diga bobagens. Ninguém consegue comemorar durante tanto tempo assim!
(Sem comentários.....)

Escrito por Edson Macedo às 09h25
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